BOLSONARO E DRUMMOND
Bolsonaro e Drummond
Eu disse e estou escrevendo analisando, Bolsonaro e Drummond
O poeta Carlos Drummond escreveu estes versos:
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
O Poeta quis dizer que cada pedra era um empecilho?
Pode-se dizer que sim.
E Bolsonaro naquela prisão, Drummon falaria assim:
--- e agora, Bolsonaro?
Bolsonaro responderia assim:
-- e agora? Eu fui lá em cima, agora estou aqui bem embaixo, mexi na tornozeleira, meus filhos Flávio, Eduardo, a Michele estão bagunçando mais a situação. Nossa! quantas pedras no meio do meu caminho, aliás foi tudo culpa minha, quem mandou eu ter sido tão intempestivo, orgulhoso, humilhei muita gente, agora sou tão humilhado!...
Dava pra imaginar, o ex-presidente, agora com 70 anos, não é mais nenhum jovem brigão, a mente começa a se anuviar, por pouco não fica demente. Mas de repente se levanta, e aparece novamente a alma de um político, fala consigo mesmo, promete o seguinte:
--- estou preso, inelegível, agora na pior, mas um dia ficarei livre, sei que a anistia um dia chega, tantos maleditos já conseguiram. Entrarei novamente na política, pra dar força, em vez de fanfarrão, querendo dar tiros pra tudo quanto é lado, tentarei ser um São Francisco. Oito anos passa depressa, até lá estarei lindo e solto, nossa! de repente ainda com quase a idade do Lula!
Continuando as deduções do autor, dizendo que Bolsonaro estava com essas ideias mirabolantes, e Romeu Zema sabendo disso, como um bom mineiro relata:
--- Bolsonaro, aí se até lá eu for presidente, eu abro o caminho pro cê, uai!
E os da turma da esquerda vão dizendo:
--- vai sonhando, cambadas.
CALMA, GENTE, NÃO ME CHINGUEM , DEVEMOS IR PARA O LADO MAIS BRINCALHÃO, PORQUE BOLSONARO ESTÁ MESMO POR BAIXO LÁ NA PRISÃO.