O amoro desmoronado
Depois de namorar muito, esse período era como o paraíso fosse aqui na terra, Jonas e Helá se amavam perdidamente. Resolvem casar, eles tinham que consumar esse amor até escaldante. Ela era linda realmente, ele era de beleza máscula, parecido com aqueles atores de Hollywood ou de alguns dos brasileiros que não ficam nada atrás.
Mas é só de beleza física que o ser humano precisa?
Lógico que não já vamos ver porque.
Depois de casados, começou o perigo, a vida à dois pode se tornar complicada, justamente por alguns humanos. Entre Jonas e Helá depois de algum tempo já não havia aquele aconchego delicioso entre dois amantes, a paixão já ameaçava partir por causa do cotidiano, a beleza ainda existia entre os dois, mas Jonas parecia ir perdendo a atração pela esposa, logo veio os filhos dois, um menino e uma menina. As dificuldades apareciam como a velocidade da luz, porque a criação de filhos nos períodos que eles precisam muito de amparo, não é fácil, as dificuldades para o casal até que financeiramente eles estavam estáveis, dinheiro não era problema. As brigas incessantes, Jonas reclamava:
--- eu preciso viver!
Helá também retrucava:
--- você está pensando que pra mim é fácil? Você tem a sua responsabilidade como pai e marido.
Mas Jonas não aguentou, faz a proposta para a esposa:
--- saio de sua vida, porque quero viver minha vida, o dinheiro não vai lhes faltar, pode ficar com a metade de nossas economias.
Ela responde chorosa:
--- não me interessa o dinheiro, queria você para cumprir nossa missão de casal.
Ele sai, afinal teria que viver sua vida de clamor, muitas aventuras o esperam, tinha atributos pra encantar quantidade imensa de mulheres, por sinal lindas, lindíssimas, os prazeres seriam intensos!
Ele cumpre o prometido pra ele mesmo, quantas aventuras satisfeitas, mas acontece que o tempo naquelas circunstâncias passa como se fosse na velocidade da luz. Até que um dia ao se olhar no espelho, o vê como uma decepção ambulante, consegue sentir que as paixões momentâneas já não tinham aquele sabor inigualável, parecia que cada vez entrava num labirinto e por sinal, escabroso. Lhe aparece como uma miragem, o Paraíso que tinha abandonado, seu lar, sua rainha, seus filhos os tesouros inigualáveis. Aquele homem de outrora de natureza máscula, chora quase incontrolavelmente, Deus! E agora? Nessa hora ele lembra do Altíssimo, parece que escuta uma voz:
--- volte e talvez você receberá seu perdão! O verás apenas perdição!!!
Ele vai voltando para casa, já se tinha passado anos e anos, a palavra perdição entranhava em sua mente como uma flecha completamente envenenada, sua esposa sentindo traída, humilhada se destruiu, junto com seus filhos, ou ela e seus filhos lhe receberão de braços abertos, vivendo felizes para sempre.
TEXTO É FICTÍCIO, QUALQUER SEMELHANÇA É MERA COINCIDÊNCIA. O AUTOR APENAS AFIRMA QUE SÃO MUITAS HISTÓRIAS IGUAIS À ESTA, COM FINAIS DIFERENTES, TALVEZ ESTA EXISTA UM FINAL FELIZ, SIM EXISTE APENAS UM “TALVEZ”